Xadrez Universidade de Brasília

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Torneio de Verão da UNB: A temporada começou de forma brilhante!

 

                                                                        Por Leonardo Morais de Paula

 

O Torneio Rápido de Verão da UnB abriu a temporada 2015 do xadrez no DF. Posso já adiantar que se a primeira impressão realmente for a que fica, 2015 tem tudo para ser realmente marcante para os amantes da arte de Caíssa. No ano passado, tivemos apenas 12 jogadores nesse torneio, e esse ano 42 competidores lutaram até o fim pelo tradicional título de Campeão da UnB.

O número de inscritos chegou a 75 (quase atingindo a marca estabelecida por este escriba) que profetizou o sucesso enxadrístico da UnB após o torneio realizado em novembro último. O número expressivo de inscritos, porém, ficou devendo à participação efetiva no torneio, nada que tirasse o brilho da prova, entretanto, ocorreu um atraso entre a primeira e a segunda rodada que poderia ter sido evitado se os jogadores que se inscreveram realmente tivessem participado.

O Professor Villar, que é uma excelência no que tange à organização, já anunciou mudanças preventivas para o próximo torneio (que será realizado no dia 14 de março próximo). As inscrições antecipadas vão acontecer apenas até ás 18h do dia 13/03 e os jogadores que aparecerem no sábado vão entrar diretamente na segunda rodada. O professor também criará um e-mail exclusivo para inscrições, o que facilitará ainda mais todo esse processo. A previsão para março é de 80 participantes (não duvidem!).

Sem mais delongas é chegado o momento de falar sobre o disputadíssimo (sim no superlativo!) Torneio de Verão. As provas na UnB estão sendo marcadas, recentemente, pelo grande número de inscritos e pela disputa intensa até o fim. No

Torneio Primavera (novembro/2014), os 5 primeiros colocados terminaram com 5 pontos ganhos, enquanto que, na prova de Verão o pódio também terminou empatado com Glauber Pimentel de Queiroz conquistando o título, seguido pelo autor desta crônica, Leonardo Morais de Paula, e pelo jovem e talentoso enxadrista Diogo Alves Maciel todos com 5 pontos em 6 possíveis. Glauber triunfou por ter uma vitória a mais que os seus adversários.

Logo abaixo das posições de honra, Luís Augusto Maio Guedes (Campeão Sênior), Westerley Batista Campos e Thiago de Melo Neves e Chaves conquistaram 4,5 pontos e ficaram em 4º, 5º e 6º lugares respectivamente. É preciso, no entanto, fazer uma digressão e destacar a quantidade de jogadores sêniores que disputaram o torneio (10 no total) o que abrilhantou de forma significativa a prova. Luís Augusto chegou à última rodada dividindo a liderança com este cronista, e fez um torneio bastante digno.

A turma dos 4 pontos foi encabeçada por Ivanildo de Lima Trindade (7º colocado) e fechada pelo jovem Carlos Alessandro de Moraes Silva (12º colocado). Graças ao excelente desempenho de Diogo Alves (3º colocado) o título sub-18 acabou nas mãos de Vitor Amor Wolfgram (10º colocado) completando o pódio Carlos Alessandro (vice sub-18) e Marcos Vinicius de Mora Silva (3º sub-18 – 27º no geral). No sênior Luís Augusto triunfou seguido por Ivanildo Trindade (vice) e João Batista dos Santos Júnior (3º).

Raquel da Silva Rodrigues conquistou o título feminino e merece parabéns pela dedicação em ter disputado uma prova tão difícil. O torneio ainda contou com a presença querida de dois jogadores especiais. O doutor Juarez Castellar e o professor Leonardo Junqueira abrilhantaram a prova com mais uma lição de superação e amor ao xadrez. Essas figuras amáveis e carismáticas é que também motivam um jovem catalano a viajar 300km para poder não apenas jogar xadrez, e sim ter contato com lendas vivas da estirpe de Juarez e Léo.

Os torneios da UnB são tradicionalmente conhecidos por serem disputados por quem ama realmente o xadrez. O número de jogadores vem crescendo a cada etapa pela dedicação ferrenha dos organizadores. Villar, Doroteu e Cleiton fizeram um trabalho excelente e mostraram a força que a UnB possui no xadrez do DF. Colocar 42 pessoas em um torneio sem premiação em espécie e em pleno mês de janeiro é digno de todas as loas possíveis. Como sou um apaixonado por xadrez já me auto inscrevi para todas as 5 etapas restantes do ano vigente. Parabenizo os amigos pela organização e companheiros de xadrez pela fidalguia apresentada no amarelinho mais famoso da universidade. Em

março nos veremos de novo neste solo sagrado. Um goiano (quase mineiro) da gema encerra essa crônica com: Jogar xadrez é bão, mas, jogar xadrez na UnB é mió ainda!!!

 

Até março, caros amantes de Caíssa.

 

Crônica – Torneio de Xadrez Rápido de Inverno na UnB.

Por Leonardo Morais de Paula 

Abnegados unidos por um ideal!

 

            Há três semanas no “IRT FBX 49 anos” o Professor Villar “cantou a pedra” antes da quarta rodada da prova chamando os enxadristas para a disputa na UnB que aconteceria no segundo sábado do mês de setembro. Na ocasião, o professor disse que o torneio não ofereceria premiação em dinheiro, e que as inscrições para o mesmo eram gratuitas.

            Permita-me com a franqueza que me é peculiar caro Professor Villar defini-lo como abnegado, uma vez que, move esforços em prol do esporte da mente. Esse esforço é digno de admiração profunda deste que vos escreve, uma vez que, precisamos movimentar o xadrez nacional, e a sua inciativa na UnB é digna.

            Antes de entrar nos pormenores da prova preciso fazer um pequeno paradoxo, pois, o jovem catalano que escreve essa crônica nunca dantes havia pisado nos terrenos da UnB, enquanto que, o organizador do evento conhece cada palmo do local. Fiquei deveras impressionado com a universidade. Mais um belo cenário na querida e aprazível capital nacional.

            É importante destacar o número de participantes (30 inscritos/25 presentes). Admitindo que o quórum seria evidentemente maior, uma vez que, houve uma regional importante que dividiu a atenção dos enxadristas candangos achei digno de aplausos a quantidade de jogadores (em virtude da premiação não ser a ideal para muitos). Posso dizer com certeza que o torneio da UnB é a prova viva que não existe atrativo que explique a magia de se jogar xadrez, quem gosta de verdade vai jogar, mesmo que por medalhas, ou seja, a prova foi composta por 25 abnegados.

            Em meio ao torneio de inverno, ocorria no mesmo local a disputa fantástica promovida por 4 enxadristas especiais, que com sua capacidade de memória formidável mostram que a superação de limites faz com que o xadrez seja ainda mais especial. Parabéns ao meu xará Leonardo Junqueira pelo título de Campeão Brasiliense de deficientes visuais.

            No torneio principal, Julliano Rodrigues detonou e venceu com 100% de aproveitamento. Excelente desempenho. A zebra resolveu pintar os ares candangos novamente, e consegui o vice-campeonato com 4 vitórias e uma única derrota para o campeão. Alex Cibélio completou o pódio com os mesmos 4 pontos que obtive. No feminino, outra surpresa: Luíza de Oliveira Felix, de 11 anos, superou três enxadristas universitárias e sagrou-se campeã!

           A prova serve como lição para alguns amigos locais que insistem em reclamar de preços/premiações no que tange ao xadrez. Viajei cerca de 300km para disputar o torneio, e espero jogar novamente no segundo sábado de novembro. Quem gosta mesmo do esporte da mente não mede esforços para disputar partidas, e fazer sempre novos amigos nesse meio tão lúdico que transcende as disputas no tabuleiro para que unidos por um único ideal (o jogo de xadrez) os abnegados possam sempre estar presentes. Precisamos de mais UnB, que venha logo o torneio primavera.

Crônica – Torneio de Xadrez Rápido de Inverno na UnB.

Por Leonardo Morais de Paula 

Abnegados unidos por um ideal!

 

            Há três semanas no “IRT FBX 49 anos” o Professor Villar “cantou a pedra” antes da quarta rodada da prova chamando os enxadristas para a disputa na UnB que aconteceria no segundo sábado do mês de setembro. Na ocasião, o professor disse que o torneio não ofereceria premiação em dinheiro, e que as inscrições para o mesmo eram gratuitas.

            Permita-me com a franqueza que me é peculiar caro Professor Villar defini-lo como abnegado, uma vez que, move esforços em prol do esporte da mente. Esse esforço é digno de admiração profunda deste que vos escreve, uma vez que, precisamos movimentar o xadrez nacional, e a sua inciativa na UnB é digna.

            Antes de entrar nos pormenores da prova preciso fazer um pequeno paradoxo, pois, o jovem catalano que escreve essa crônica nunca dantes havia pisado nos terrenos da UnB, enquanto que, o organizador do evento conhece cada palmo do local. Fiquei deveras impressionado com a universidade. Mais um belo cenário na querida e aprazível capital nacional.

            É importante destacar o número de participantes (30 inscritos/25 presentes). Admitindo que o quórum seria evidentemente maior, uma vez que, houve uma regional importante que dividiu a atenção dos enxadristas candangos achei digno de aplausos a quantidade de jogadores (em virtude da premiação não ser a ideal para muitos). Posso dizer com certeza que o torneio da UnB é a prova viva que não existe atrativo que explique a magia de se jogar xadrez, quem gosta de verdade vai jogar, mesmo que por medalhas, ou seja, a prova foi composta por 25 abnegados.

            Em meio ao torneio de inverno, ocorria no mesmo local a disputa fantástica promovida por 4 enxadristas especiais, que com sua capacidade de memória formidável mostram que a superação de limites faz com que o xadrez seja ainda mais especial. Parabéns ao meu xará Leonardo Junqueira pelo título de Campeão Brasiliense de deficientes visuais.

            No torneio principal, Julliano Rodrigues detonou e venceu com 100% de aproveitamento. Excelente desempenho. A zebra resolveu pintar os ares candangos novamente, e consegui o vice-campeonato com 4 vitórias e uma única derrota para o campeão. Alex Cibélio completou o pódio com os mesmos 4 pontos que obtive. No feminino, outra surpresa: Luíza de Oliveira Felix, de 11 anos, superou três enxadristas universitárias e sagrou-se campeã!

           A prova serve como lição para alguns amigos locais que insistem em reclamar de preços/premiações no que tange ao xadrez. Viajei cerca de 300km para disputar o torneio, e espero jogar novamente no segundo sábado de novembro. Quem gosta mesmo do esporte da mente não mede esforços para disputar partidas, e fazer sempre novos amigos nesse meio tão lúdico que transcende as disputas no tabuleiro para que unidos por um único ideal (o jogo de xadrez) os abnegados possam sempre estar presentes. Precisamos de mais UnB, que venha logo o torneio primavera.

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